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sábado, 18 de abril de 2026

Reflexão Bíblica - Realidade x Fantasia

O Filho Pródigo

Nasceu para ser feliz na casa do pai, mas seus olhos e coração o traíram e o enganaram e na sua fantasia saiu da casa do pai e foi para uma terra distante. Não queria nem ficar perto da casa do pai. Deleitou-se na falsa liberdade e gastou tudo o que levara da casa do pai. Não demorou muito e bateu a fome, a vergonha e o desprezo e ninguém lhe dava nada.

Olhos e coração enganoso apagam o real verdadeiro e apresenta a traiçoeira fantasia e muitos se aventuram, até chegar ao chiqueiro.

Saudades da casa do pai, da mesa da casa do pai. “há pão com abundância”. Aqui o contraste entre o fantasioso e a realidade. Diante da dura realidade “caiu em si e voltou para onde nunca deveria ter saído”. Foi recebido em honra na casa do pai não por mérito, mas por amor e misericórdia do pai. “Há mais alegria no Céu pela volta do filho pródigo do que que pelo filho mais velho que não tinha comunhão com a Casa do Pai e até desprezava a mesa da Casa do Pai”.

Voltou em tempo oportuno e foi renovado. Na Casa do Pai, na presença do Senhor Jesus Cristo o Cordeiro há renovo.

Valorize o que você tem no Senhor Jesus Cristo.

Agradeça-o por tudo sempre. Nunca murmure.

Vigie! Vigie e ore sem cessar!

“O Senhor é o meu pastor e nada me faltará.” Salmos 23:1

Se, pois o Filho vos libertar verdadeiramente sereis livres”. João 8:36.

 

Lucas 15:11-32 - “E disse: Um certo homem tinha dois filhos; e o mais moço deles disse ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me pertence. E ele repartiu por eles a fazenda. E, poucos dias depois, o filho mais novo, ajuntando tudo, partiu para uma terra longínqua, e ali desperdiçou os seus bens, vivendo dissolutamente. E, havendo ele gastado tudo, houve naquela terra uma grande fome, e começou a padecer necessidades. E foi, e chegou-se a um dos cidadãos daquela terra, o qual o mandou para os seus campos, a apascentar porcos. E desejava encher o seu estômago com as bolotas que os porcos comiam, e ninguém lhe dava nada.

E, tornando em si, disse: Quantos empregados de meu pai têm abundância de pão, e eu aqui pereço de fome! Levantar-me-ei, e irei ter com meu pai, e dir-lhe-ei: Pai, pequei contra o céu e perante ti; já não sou digno de ser chamado teu filho; faze-me como um dos teus empregados.

E, levantando-se, foi para seu pai; e, quando ainda estava longe, viu-o seu pai, e se moveu de íntima compaixão e, correndo, lançou-se lhe ao pescoço e o beijou. E o filho lhe disse: Pai, pequei contra o céu e perante ti, e já não sou digno de ser chamado teu filho. Mas o pai disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa; e vesti-lho, e ponde-lhe um anel na mão, e sandálias nos pés; e trazei o bezerro cevado, e matai-o; e comamos, e alegremo-nos; porque este meu filho estava morto, e reviveu, tinha-se perdido, e foi achado. E começaram a alegrar-se.

E o seu filho mais velho estava no campo; e quando veio, e chegou perto de casa, ouviu a música e as danças. E, chamando um dos servos, perguntou-lhe que era aquilo. E ele lhe disse: Veio teu irmão; e teu pai matou o bezerro cevado, porque o recebeu são e salvo. Mas ele se indignou, e não queria entrar. E saindo o seu pai, rogava-lhe que entrasse com ele. Mas, respondendo ele, disse ao pai: Eis que te sirvo há tantos anos, sem nunca transgredir o teu mandamento, e nunca me deste um cabrito para alegrar-me com os meus amigos; vindo, porém, este teu filho, que desperdiçou os teus bens com as meretrizes, mataste-lhe o bezerro cevado. E ele lhe disse: Filho, tu sempre estás comigo, e todas as minhas coisas são tuas; mas era justo alegrarmo-nos e folgarmos, porque este teu irmão estava morto, e reviveu; e tinha-se perdido, e achou-se.”

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