O Filho Pródigo
Nasceu para ser feliz na casa do pai, mas seus olhos e
coração o traíram e o enganaram e na sua fantasia saiu da casa do pai e foi
para uma terra distante. Não queria nem ficar perto da casa do pai. Deleitou-se
na falsa liberdade e gastou tudo o que levara da casa do pai. Não demorou muito
e bateu a fome, a vergonha e o desprezo e ninguém lhe dava nada.
Olhos e coração enganoso apagam o real verdadeiro e apresenta
a traiçoeira fantasia e muitos se aventuram, até chegar ao chiqueiro.
Saudades da casa do pai, da mesa da casa do pai. “há pão com abundância”.
Aqui o contraste entre o fantasioso e a realidade. Diante da dura realidade “caiu
em si e voltou para onde nunca deveria ter saído”. Foi recebido em honra na
casa do pai não por mérito, mas por amor e misericórdia do pai. “Há mais
alegria no Céu pela volta do filho pródigo do que que pelo filho
mais velho que não tinha comunhão com a Casa do Pai e até desprezava a mesa da Casa
do Pai”.
Voltou em tempo oportuno e foi renovado. Na Casa do Pai, na presença do Senhor
Jesus Cristo o Cordeiro há renovo.
Valorize o que você tem no Senhor Jesus Cristo.
Agradeça-o por tudo sempre. Nunca murmure.
Vigie! Vigie e ore sem cessar!
“O Senhor é o meu pastor e nada me faltará.” Salmos 23:1
“Se, pois o Filho vos libertar verdadeiramente sereis
livres”. João 8:36.
Lucas 15:11-32 - “E disse: Um certo homem tinha dois filhos; e o mais
moço deles disse ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me pertence. E ele
repartiu por eles a fazenda. E, poucos dias depois, o filho mais novo,
ajuntando tudo, partiu para uma terra longínqua, e ali desperdiçou os seus
bens, vivendo dissolutamente. E, havendo ele gastado tudo, houve naquela terra
uma grande fome, e começou a padecer necessidades. E foi, e chegou-se a um dos
cidadãos daquela terra, o qual o mandou para os seus campos, a apascentar
porcos. E desejava encher o seu estômago com as bolotas que os porcos comiam, e
ninguém lhe dava nada.
E, tornando em si, disse: Quantos empregados de meu pai têm
abundância de pão, e eu aqui pereço de fome! Levantar-me-ei, e irei ter com meu
pai, e dir-lhe-ei: Pai, pequei contra o céu e perante ti; já não sou digno de
ser chamado teu filho; faze-me como um dos teus empregados.
E, levantando-se, foi para seu pai; e, quando ainda estava
longe, viu-o seu pai, e se moveu de íntima compaixão e, correndo, lançou-se lhe
ao pescoço e o beijou. E o filho lhe disse: Pai, pequei contra o céu e perante
ti, e já não sou digno de ser chamado teu filho. Mas o pai disse aos seus
servos: Trazei depressa a melhor roupa; e vesti-lho, e ponde-lhe um anel na
mão, e sandálias nos pés; e trazei o bezerro cevado, e matai-o; e comamos, e
alegremo-nos; porque este meu filho estava morto, e reviveu, tinha-se perdido,
e foi achado. E começaram a alegrar-se.
E o seu filho mais velho estava no campo; e
quando veio, e chegou perto de casa, ouviu a música e as danças. E, chamando um
dos servos, perguntou-lhe que era aquilo. E ele lhe disse: Veio teu irmão; e
teu pai matou o bezerro cevado, porque o recebeu são e salvo. Mas ele se
indignou, e não queria entrar. E saindo o seu pai, rogava-lhe que entrasse com
ele. Mas, respondendo ele, disse ao pai: Eis que te sirvo há tantos anos, sem
nunca transgredir o teu mandamento, e nunca me deste um cabrito para alegrar-me
com os meus amigos; vindo, porém, este teu filho, que desperdiçou os teus bens
com as meretrizes, mataste-lhe o bezerro cevado. E ele lhe disse: Filho, tu
sempre estás comigo, e todas as minhas coisas são tuas; mas era justo
alegrarmo-nos e folgarmos, porque este teu irmão estava morto, e reviveu; e
tinha-se perdido, e achou-se.”